Apesar de sensação de segurança, há risco de fraude

Usuários de telefones Android estão mais expostos a ataques.

Nos apps pode-se fazer as principais transações do internet banking, mas não todas. Com a tela limitada, os bancos preferem restringir o menu para facilitar o uso. No Bradesco, apenas 160 dos 540 serviços da web estão no celular. Mas há bônus, como ler códigos de barras com a câmera.

- O relacionamento precisa ser mais simples e prático nesse meio afirmou Cavalcanti.

Como 80% dos brasileiros têm celular pré-pago, os bancos oferecem serviço gratuito de e-mail para estimular o uso.

- Os custos (para os bancos) são menores pois não envolvem transporte de numerário, aluguel de agências, papel nem plástico disse Gustavo Fosse, da Febraban.

RISCO EM REDE WI-FI PÚBLICA

Além de comodidade, os usuários são atraídos pela sensação de segurança.

- Sinto que é mais seguro usar o banco no smartphone disse o engenheiro Rafael Do Curral, que só faz transações mobile há três anos.

Fábio Assolini, da Kaspersky Lab, confirma que o celular é mais seguro que o desktop, mas o meio também é vulnerável a fraudes. Usuários de Android são os que correm mais risco:

- Hoje, 98% dos vírus atacam só o Android, pois ele é mais popular e é aberto.

Mais de 90% dos problemas estão associados a apps que escondem códigos maliciosos, disse Caio Camargo, da Finnet. O melhor é baixar somente softwares de empresas confiáveis, aconselhou. Otto Stoeterau, da Symantec, alerta para o risco das redes Wi-Fi públicas e recomenda só usar mobile banking no 3G ou em redes conhecidas:

- O celular precisa de antivírus. As pessoas fazem isso no PC, mas esquecem de repetir no telefone explica. (Ronaldo D'Ercole

Fonte: O Globo - Rio de Janeiro - RJ p. 17

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